Perder peso pode ter vínculo com a atividade cerebral

Perder peso é o que milhões de pessoas procuram fazer em grande parte do tempo. Mas para perder ou manter o peso, é preciso muito mais do que força de vontade para algumas pessoas. Isso porque o emagrecimento e o consumo em excesso de alimentos podem estar associados a atividade cerebral.

Isso é o que indica uma pesquisa de uma Universidade de Israel.

De acordo com os pesquisadores, em geral a pessoas com uma resposta neurológia aumentada ao ver e sentir o odor da comida, comem mais e ganham mais peso.

Foi descoberta uma relação entre os neurônios e a frequência elétrica basal gástrica, que está relacionada com a perda de peso.

A equipe avaliou 92 pessoas por um ano e meio. Os participantes foram selecionados com base na circunferência da cintura, níveis anormais de lipídios (gorduras) no sangue e idade.

Essas pessoas realizaram diversos exames de imagens cerebrais e testes de funções cerebrais responsáveis pelo comportamento antes e durante a pesquisa. A perda de peso dos participantes foi medida após seis meses de dieta.

Os pesquisadores identificaram uma conexão entre a atividade elétrica do estômago, que se correlaciona com a perda de peso, baseando-se na conectividade cerebral. Essa atividade comanda as ondas gástricas associadas a sensação de fome e de saciedade.

Ao que tudo indica, parece que a informação visual pode ser um fator importante na hora da alimentação.

É possível que esses resultados podem ser importantes no futuro para compreender a relação entre a obesidade e como funciona o mecanismo cerebral em resposta a uma dieta.

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